terça-feira, 17 de julho de 2012

"Ensinem os filhos a falhar"


Estudioso das relações familiares, o psicanalista belga
Jean-Pierre Lebrun diz que aprender a lidar com o insucesso
é fundamental para livrar-se de apuros na vida adulta


Ronaldo Soares
Selmy Yassuda
"Uma família harmônica não necessariamente faz de um jovem uma pessoa capaz de suportar o sofrimento inerente à condição humana"

Nos últimos trinta anos, o modelo tradicional de família passou por  alterações significativas, principalmente no mundo ocidental.
 A ideia dos pais como senhores do destino dos filhos vem desabando progressivamente, no ritmo das transformações sociais.
 As consequências disso não são necessariamente ruins,
 como explica o psicanalista belga Jean-Pierre Lebrun,
 uma das principais referências na Europa no estudo
 sobre mudanças nas relações entre pais e filhos:
 "O que vale é a capacidade dos pais de fazer os filhos crescer.
 Esse é o bom ambiente familiar, independentemente do
 desenho que a família tenha". Lebrun esteve no Rio de Janeiro,
 para participar do 3º Encontro Franco-Brasileiro de Psicanálise e Direito. 
A seguir, os principais trechos da entrevista que concedeu a VEJA.
Por que os pais hoje têm tanta dificuldade de controlar seus filhos?
Isso é reflexo da perda de legitimidade. Até pouco tempo atrás, a sociedade era hierarquizada, de forma que havia sempre um único lugar de destaque.
 Ele podia ser ocupado por Deus, ou pelo papa, ou pelo pai, ou pelo chefe.
 Isso foi se desfazendo progressivamente, e o processo se acentuou nos últimos trinta anos. Hoje a organização social não está mais constituída como pirâmide, mas como rede. E na rede não existe mais esse diferente, que era reconhecido espontaneamente como tal e que conferia autoridade aos pais. As dificuldades para impor limites se acentuaram, causando grande apreensão nas pessoas quanto ao futuro de seus filhos.
Existe uma fórmula para evitar que os filhos sigam por um caminho errado?
É preciso ensiná-los a falhar. Uma coisa certa na vida é que as crianças vão falhar, não há como ser diferente. Quando os pais, a família e a sociedade dizem o tempo todo que é preciso conseguir, conseguir, conseguir, massacram os filhos.
 É inescapável errar. Todo mundo, em algum momento, vai passar por isso. 
Aprender a lidar com o fracasso evita que ele se torne algo destrutivo. 
Às vezes é preciso lembrar coisas muito simples que as pessoas parecem ter esquecido completamente. Estamos como que dopados.
Os pais sabem que as crianças não ficarão com eles a vida inteira,
que não vão conseguir tudo o que sonharam, que vão estabelecer ligações sociais e afetivas que, por vezes, lhes farão mal, mas tentam agir como se não soubessem disso. Hoje os filhos se tornaram um indicador do sucesso dos pais. Isso é perigoso, porque cada um tem a sua vida. 
Não é justo que, além de carregarem o peso das próprias dificuldades, os filhos também tenham de suportar a angústia de falhar em relação à expectativa depositada neles.
"Não contribui em nada achar que, pelo fato de o filho usar drogas, tudo está perdido. Além de conviver com seu drama, ele terá de carregar sobre os ombros o peso da angústia dos pais"
Falando concretamente, como é possível perceber essa diferença no comportamento das famílias hoje?
A mudança é visível. Na Europa, por exemplo, quando um professor dá nota baixa a um aluno, é certo que os pais vão aparecer na escola no dia seguinte para reclamar com ele. Há vinte, trinta anos, era o aluno que tinha de dar satisfações aos pais diante do professor. É uma completa inversão.
Posso citar outro exemplo. Desde sempre, quando se levam os filhos pela primeira vez à escola, eles choram. Hoje em dia, normalmente são os pais que choram. A cena é comum. É como se esses pais tivessem continuado crianças. Isso acontece porque eles não são capazes de se apresentar como a geração acima da dos filhos. É uma consequência desse novo arranjo social, em que os papéis estão organizados de forma mais horizontal.
Como o senhor avalia essa mudança? Esse novo arranjo é pior do que o anterior?
Hoje os pais precisam discutir tudo, negociar o que antes eram ordens definitivas.
 E isso não é necessariamente algo negativo, desde que fique claro que, depois de negociar, discutir, trocar ideias, quem decide são os pais.
Essas mudanças na estrutura social podem influenciar em aspectos negativos como, por exemplo, o uso abusivo de drogas?
Não há uma relação automática. Os mecanismos pelos quais os indivíduos se tornam dependentes químicos são diversos e complexos. A psicanálise ajuda a identificar alguns deles. Vou dar um exemplo. Manter uma criança em satisfação permanente, com sua chupeta na boca o tempo todo, fazendo por ela tudo o que ela pede, a impede de ser confrontada com a perda da satisfação completa. E isso vai ser determinante em sua formação.
Mas o que essa perda tem a ver com o fato de as pessoas enveredarem por um caminho autodestrutivo?
É uma anomalia no processo de humanização. Não nascemos humanos, nós nos tornamos. Isso ocorre quando aprendemos     aquilo em que somos singulares entre todos os animais que habitam o planeta. Somos os únicos capazes de falar. Não se trata apenas de aprender ortografia ou usar as palavras corretamente. Quando dominamos a faculdade da linguagem, adquirimos uma série de características muito especiais, como, por exemplo,  a   
consciência de que somos mortais. Aprendemos a construir as pontes que levam a um entendimento superior do mundo e de nossa condição. 
 Isso é o que nos diferencia e nos torna completamente humanos.
Um desequilíbrio nesse processo pode ter consequências. É aí que 
entra a explicação psicanalítica para o ingresso no universo das drogas. 
Aprender a falar, ou tornar-se humano, é algo que não ocorre espontaneamente.
É uma reação a uma perda do estado permanente de satisfação completa com a qual somos confrontados na primeira infância. Ou seja, o processo de humanização começa pelo entendimento de que jamais haverá a satisfação completa. É esse o curso saudável das coisas. Se os pais boicotam esse processo, podem estar cometendo um erro.
Com que consequências?
Isso faz com que estejamos cada vez menos preparados para lidar
com o sofrimento da nossa condição humana. Há séculos que 
as drogas têm algo de paraíso artificial, como diz Baudelaire. 
Ou seja, uma forma de se refugiar da dor humana, da insatisfação.
As drogas sempre serviram para evitar o confronto com esse sofrimento.
Quanto menos você está preparado a suportar as dificuldades, mais está inclinado a se evadir, a recorrer a substâncias, seja as drogas ilícitas, sejam as medicamentosas, para limitar o sofrimento
que vai se apresentar. Com o desenvolvimento da farmacologia,
essas substâncias se tornaram muito acessíveis. Isso pode criar distorções. 
É muito mais simples tomar uma Ritalina para não ser hiperativo do que fazer todo o trabalho de aprender a suportar a condição humana. 
Quando criança, a pessoa já precisa ser confrontada com a 
condição humana da perda de satisfação. Dessa maneira, na idade adulta, sua relação com o fim de uma paixão amorosa, por exemplo, tem maiores chances de ocorrer de maneira mais aceitável e menos traumática.
"Hoje os pais precisam discutir, negociar o que antes eram ordens definitivas. Isso não é necessariamente negativo, desde que fique claro que, depois de discutir, trocar ideias, são eles que decidem"
Por que as drogas têm apelo especial para os jovens?
Eles são mais sensíveis a esse fenômeno porque têm uma tendência espontânea a, quando se tornam adultos, ser novamente confrontados com as dificuldades da existência. É, de certa forma, a repetição daquilo que haviam vivenciado na infância, quando foram, ou deveriam ter sido, apresentados à ideia de perda da satisfação completa, de que não ficariam com a chupeta na boca a vida inteira, por exemplo. 
Se, no ambiente em que esses jovens vivem, há uma abundância de 
produtos que funcionam como um meio de evitar essas dificuldades, eles mergulham de cabeça. Como também veem nisso certo caráter transgressivo, todas as condições estão dadas para que eles recorram  às drogas.
Que conselhos o senhor daria a pais que têm filhos viciados?
É preciso não achar que, pelo fato de os filhos usarem drogas, tudo
está perdido. Isso não contribui em nada. Caso contrário, o jovem
drogado, além de conviver com o próprio drama, terá de carregar a angústia dos pais sobre os ombros. Esse é o momento em que os pais devem aceitar que algo não funcionou direito em vez de tratar
o problema como se tudo estivesse perdido. Nem sempre está.
Há alguma terapia que funcione contra a dependência química?
Cada caso requer um trabalho. Não existe terapia milagrosa. Há tentativas interessantes, de pessoas que se ocupam de refazer com o sujeito o trabalho de suportar as frustrações, as impossibilidades, os limites. 
Esse trabalho pode ajudar as pessoas a se livrar da dependência. 
Não existe até hoje uma droga que chegue a resolver o problema da droga.
Momentaneamente, a pessoa pode até ficar contente se conseguir se tornar um pouco menos ansiosa, mas é preciso ver que efeito isso tem a longo prazo.
Existem dependentes irrecuperáveis?
A psiquiatria não é uma ciência universal, ela não diz o que vale para todos, ou mesmo para uma série de pacientes. É preciso trabalhar sempre caso a caso. 
 Mas eu não diria nunca que um viciado em drogas é irrecuperável. Existem outros elementos em jogo que precisam ser considerados. Não há dependência química que não seja fruto de uma interação malsucedida entre o contexto social em que o indivíduo está inserido e o seu trajeto singular desde a infância.
Pouco mais de um mês atrás, no Rio de Janeiro, um rapaz viciado em 
crack matou uma amiga que tentava ajudá-lo. O pai do rapaz 
atribuiu a tragédia à dificuldade de internar o filho. O senhor é favorável à internação de dependentes químicos?
Essa é uma questão complicada mesmo. Na Europa, de modo geral, optamos cada vez menos pela internação de dependentes químicos. 
Quando a internação é necessária, esperamos que ela se dê de forma voluntária. Nos casos em que isso não é possível, a internação dura em média quarenta dias e é acompanhada de medidas administrativas para evitar abusos que já aconteceram, de internações excessivamente longas. Nesse aspecto, minha posição é como a dos europeus de maneira geral. Ficamos um pouco divididos entre manter nosso princípio democrático de que, mesmo doente, cada um tem o direito de dar sua opinião e, por outro lado, ter de reconhecer que em determinadas situações isso não é possível.
Costuma-se atribuir o mau comportamento dos filhos à falta da estrutura familiar tradicional, como a que ocorre após uma
separação. Qual a exata influência que isso pode ter?
Uma família organizada de forma aparentemente harmônica não necessariamente faz de um jovem uma pessoa capaz de conviver e suportar o sofrimento inerente à condição humana. Essa capacidade pode ser pequena em famílias aparentemente realizadas, com estrutura sólida. Assim como pode ser enorme em uma família conflituosa, dividida, conturbada.
Por isso, não se deve levar em conta apenas o aspecto exterior 
da família. O que vale é a capacidade dos pais de fazer os filhos crescer. De incutir-lhes a verdadeira condição humana. 
Esse é o bom ambiente familiar, independentemente do desenho que a família tenha.
O melhor mesmo, então, é aceitar que a existência é sofrida?
O processo é mesmo muito mais complexo do que ocorre com outros animais. Um cão nasce cão e será assim para o resto da vida. Um tigre será sempre tigre. Um humano, no entanto, precisa se tornar plenamente humano. É uma enorme diferença. Esse p rocesso leva uns vinte,25 anos e está sujeito a percalços. Na Renascença já se falava disso: não somos humanos, nós nos tornamos humanos.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

COISAS DE QUE NÃO PRECISO PARA SER FELIZ!!!

Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do  Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos e em paz nos seus mantos cor de açafrão.
Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam.
Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente.
Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois modelos produz felicidade?'
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei:
- 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'.
Comemorei: 'Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'.
'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...'
'Que tanta coisa?', perguntei.
'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada.
Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!
Estamos construindo super-homens e super  mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente  infantilizados.
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias!
Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!'
Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual. Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. E somos também eticamente virtuais...
A palavra hoje é 'entretenimento'; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se  apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela.
Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, vestir este  tênis,  usar esta camisa, comprar este carro,você chega lá!'
O problema é  que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba  precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.
O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental  três requisitos são indispensáveis: amizades,  autoestima, ausência de estresse. Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno.
Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping-center. É curioso: a maioria dos shoppings-centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de  missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Deve-se passar cheque pré-datado, pagar a crédito,  entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno...
Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo  hambúrguer do Mc Donald...
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.' Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:... "Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser Feliz"!!

Fonte: Frei Betto
 

sábado, 7 de julho de 2012

EmDia Notícias: Feliz Aniversário!!!

EmDia Notícias: Feliz Aniversário!!!: Brejinho EmDia   Que seu caminhar seja sempre premiado com a presença de Deus, guiando seus passos e intuindo suas decisões, para que...

quinta-feira, 7 de junho de 2012

A Velhice de Simone Beauvoir



Simone de Beauvoir procurou refletir sobre a exclusão dos idosos em sua sociedade, mas do ponto de vista de que sabia que iria se tornar um deles, como quem pensava o próprio destino. Para ela, um dos problemas da sociedade capitalista está no fato de que cada indivíduo percebeas outras pessoas como meio para a realização de suas necessidades: proteção, riqueza, prazer, dominação. Desta forma, nos relacionamos com outras pessoas priorizando nossos desejos, pouco compreendendo e valorizando suas necessidades.

Esse processo aparece com nitidez em nossa relação com os idosos. Em seu livro, a pensadora demonstra que há uma duplicidade nas relações que os mais jovens têm com os idosos, uma vez que, na maioria das vezes, mesmo sendo respeitado por sua condição de pai ou de mãe, trata-se o idoso como uma espécie de ser inferior, tirando dele suas responsabilidades ou encarando-o como culpado por sobrecarga de compromissos que imputa a filhos ou netos.

Mesmo em situações de proteção, pode-se ter processos de humilhação quando, sem a devida atenção sobre as reais condições que a apresentam os idosos para resolver com autonomia seus problemas, os mais jovens passam a subestimar os mais velhos, assumindo tarefas em seu lugar.

Quando não se respeita uma pessoa em sua integridade emocional, intelectual e material, ela é excluída da sociedade pelos governos, pelas instituições, pelas famílias, pelas pessoas em geral. Os grupos mais excluídos por essas práticas são as crianças e os idosos.

Em vários lugares,como bancos e supermercados, há caixas preferenciais para idosos, mas, mesmo que elas sejam suficientes para garantir seu conforto, será que suas condições sociais também o são? Há, também, a gratuidade no transporte coletivo, mas quem viaja de ônibus sabe que às vezes suas condições não adequadas para o transportar quem tem um corpo frágil.

Além do desamparo quanto às condições materiais, a desconsideração para com opiniões e emoções dos idosos também deve ser analisada para a superação das condições de humilhação sofrida por eles em nossa sociedade.

No texto, A velhice (1970), Simone de Beauvoir escreveu que o idoso é uma espécie de objetoincômodo, inútil, e quase tudo que se deseja é poder tratá-lo como quantia desprezível.

Frases de Simone Beauvoir


"É pelo trabalho que a mulher vem diminuindo a distância que a separava do homem, somente o trabalho poderá garantir-lhe uma independência concreta."
"É horrível assistir à agonia de uma esperança."
"O que é um adulto ? Uma criança de idade."
"O compromisso multiplica por dois as obrigações familiares e todos os compromissos sociais."
"Todas as vitórias ocultam uma abdicação."
"O homem é livre; mas ele encontra a lei na sua própria liberdade."
"À minha volta, reprovava-se a mentira, mas fugia-se cuidadosamente da verdade."
"O presente não é um passado em potência, ele é o momento da escolha e da acção."

"Nós, para os outros, apenas criamos pontos de partida."
"Viver é envelhecer, nada mais."

Toda Mulher/Simone Beauvoir


Simone Beauvoir - Entrevista completa


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Ozonioterapia: aplicação no joelho


Saúde do Intestino - Ozonioterapia



Bioclínica - Ozonioterapia



Ozonioterapia e suas aplicações


Ozonioterapia


Introdução aos tratamentos alternativos de câncer

Autor: R. Webster Kehr

Parte 1 – A Medicina

Algumas pessoas querem saber por que a “guerra contra o câncer”, que o presidente Nixon iniciou em 1971/72, não produziu uma cura para o câncer. Esse artigo irá explicar por que a “Guerra contra o câncer” produziu poucos, (se é que algum) resultados.
Para visualizar o que ocorre na “indústria do câncer”, hoje, e para saber o que está por trás dos bastidores, aqui está uma curta história que descreverá como a Medicina Ortodoxa trata atualmente os pacientes de câncer.  

Uma história

Suponha que você possui uma casa bonita, confortável, de US$ 300.000, no campo, perto de uma cidadezinha. Enquanto você vai até o armazém, sua casa pega fogo. Quando você retorna à sua casa, você vê que dois cômodos estão em chamas e o fogo está se espalhando. Você chama o Corpo de Bombeiros imediatamente. 
Vinte minutos mais tarde, três caminhões de bombeiros aparecem.
Os homens e mulheres do primeiro caminhão tiram machados do seu interior e correm para a casa e começam a derrubar partes da casa que já estão queimadas, mas, que ainda estão em combustão lenta, sem chamas. Eles furiosamente cortam e cortam e quando já cortaram aproximadamente 10% das partes da casa que já estavam queimadas, eles pararam e voltaram para o caminhão. 
Você nota que eles não fizeram nada para impedir que o fogo se espalhasse. O que eles cortaram fora não estava nem queimando e certamente não tinha nada a ver com apagar o fogo feroz.
Você observa os homens e as mulheres no segundo caminhão puxarem uma mangueira e começarem a espalhar um pó no fogo. A quantidade de pó que eles pulverizaram não lhe pareceu suficiente para apagar o fogo. Mas você nota que, enquanto o pó está reduzindo a velocidade com que o fogo se espalha, ele também está danificando gravemente as partes da casa que não estão em chamas.
Perplexo, você pergunta aos bombeiros o que é aquele pó. Eles dizem que é um ácido muito tóxico que é capaz de apagar o fogo, mas, eles não podem pulverizar muito dele, no fogo, pois se o fizessem, toda a casa ficaria reduzida a um monte de entulho, pela ação do ácido. Assim, tudo o que eles podem fazer é diminuir a velocidade com que o fogo se espalha, mas eles não podem impedir que o fogo se espalhe.
Mais perplexo ainda, você lhes pergunta por que eles não trouxeram água no caminhão. Eles disseram que, na escola de bombeiros, eles aprenderam que a água era inútil para apagar fogo em casas. Eles disseram que usar água no fogo de uma casa é uma “história de comadres” e que a água não era eficaz. Eles também disseram que o sindicato dos bombeiros do Estado destituiria do emprego qualquer bombeiro que usasse água para apagar o fogo de uma casa.
Por total coincidência, você também está consciente de que a agência reguladora federal, a  Fire Development Administration  - FDA, pesquisou a água e declarou que ela é um método “não testado” de apagar fogo das casas. A FDA diz que há “evidência insuficiente” quanto à eficácia e segurança da água. Você silenciosamente murmura que deve haver uma grande conexão entre a FDA, o sindicato dos bombeiros, as escolas de bombeiros e as companhias químicas.
Enquanto você estava conversando com as mulheres e os homens do segundo caminhão, cinco homens pularam de um terceiro caminhão. Eles lhe perguntam onde fica o sofá na sala de visitas. Você aponta na direção geral do sofá na sala de visitas, que você supõe estar agora em chamas.
Cada um deles tira um rifle calibre 30-06 e começa a atirar no sofá, do local onde eles se encontram, em pé, ao lado do caminhão de bombeiros deles. Você grita com eles e lhes pergunta o que eles estão fazendo. Eles respondem que eles aprenderam na escola de bombeiros que é muito ruim ter sofás numa casa durante um incêndio, então eles estão tentando atirar até deixar o sofá em pedaços. Eles comentam: “Nós achamos que estamos fazendo alguma coisa boa.”
Você diz que mesmo que o sofá ajude a espalhar o fogo, eles estão abrindo buracos na frente e atrás da casa tentando deixar o sofá em pedaços de for a da casa. Além disso, muito impaciente, você diz que o fogo já se espalhou além do local onde se encontra o sofá. 
Ao mesmo tempo em que a velocidade de propagação do fogo diminuiu devido aos ácidos tóxicos, dentro de duas horas você não mais terá uma casa. Os bombeiros, homens e mulheres, estavam muito orgulhosos porque conseguiram diminuir as chamas. Eles lhe dizem que sua casa durou uma hora extra devido ao trabalho deles. Você duvida da precisão daquele número. Eles se cumprimentam vitoriosamente com as mãos, sobem nos seus caminhões de bombeiros, e voltam para o local do Corpo de Bombeiros. 
Entre fogo, ácido e balas, sua casa foi reduzida a entulhos. O corte da madeira que já havia sido queimada pelo primeiro caminhão não teve nenhum efeito sobre parar o fogo. De fato, nada do que foi feito parou o fogo, apenas diminuiu a velocidade de propagação.
Você ficou atônito com o que viu.
Você pondera sobre o porquê dos “jornalistas investigativos” não terem pulado sobre esse fato. Então você compreende quanto dinheiro as companhias químicas gastam com propaganda na televisão e você compreende por que os "jornalistas investigativos”  mantiveram suas bocas fechadas.
Uma semana depois, quando você passa pelo Corpo de Bombeiros, você nota que todos os carros no estacionamento são carros muito caros.  
Um mês mais tarde, você fica sabendo que eles estão dirigindo carros muito caros. Eles enviaram a conta pelos seus serviços: US $100.000. Mas eles anotam, na conta, que a companhia de seguro de casas pagará a maior parte da conta. Você fica perplexo quando lê a política do seu seguro de casa e descobre que a companhia de seguro não paga a conta se o Corpo de Bombeiros usa água.
Você pensa consigo: "Qual é a conexão entre o Corpo de Bombeiros, o sindicato de bombeiros, a escola de bombeiros, a FDA, as companhias de seguros, os canais de televisão e as companhias químicas”? 
Uma coisa fica clara para você, você agora sabe por que todos os seus amigos pensam que os bombeiros são heróis, os canais de televisão constantemente os retratam como heróis em seus programas.
À medida que você pesquisa todas as conexões entre essas organizações, rapidamente torna-se claro para você que todos eles são propriedades de (ou controlados por) pessoas muito ricas que são muito, muito amigas entre si. Você adquiriu uma nova compreensão do que significa quid pro quo – você coça as minhas costas e eu coço as suas. Você conclui que quid pro quo dessa magnitude é outro termo para “conspiração.”
Fim da história
O que acabou de ser descrito é como a “medicina moderna” trata o câncer em metástase. O câncer pode ser comparado ao fogo. É um fogo que vai se espalhar até matar você. Mas a "medicina moderna" não faz nada para apagar esse fogo. 
O primeiro caminhão representa a cirurgia para cortar fora os tumores ou partes do corpo onde estão concentradas as células cancerosas, depois que o câncer já se espalhou por todo o corpo! O terceiro caminhão representa radiação, que também é usada para encolher tumores. 
Como o segundo caminhão representa quimioterapia, o "progresso" que a quimioterapia está fazendo é frequentemente julgado por sua habilidade de encolher tumores. Oncologistas adoram dizer ao paciente de câncer que seus tumores estão encolhendo. 
Mas, mesmo que a quimioterapia não diminua o avanço do câncer, e mesmo que ela ponha o paciente em remissão, é quase sempre uma vitória  de Pirro temporária porque câncer quase sempre retorna. 
Para compreender como tudo isso está relacionado à disseminação do câncer, considere esse trecho, escrito por um médico, recentemente falecido, Dr. Philip Binzel:
  • "Quando se descobre que o paciente tem um tumor, a única coisa que o médico discute com aquele paciente é o que ele pretende fazer com o tumor. Se um paciente com tumor está recebendo radiação ou quimioterapia, a única pergunta feita é, “Como vai o tumor?” Ninguém pergunta como o paciente está passando. No meu treinamento de médico, lembro-me bem de quando via pacientes que estavam sendo submetidos à radio e/ou quimioterapia. O tumor ficava menor e menor, mas, os pacientes se tornavam mais e mais doentes.  Em autópsias, nós ouvíamos , “Não é uma maravilha? O tumor desapareceu!” Sim, ele desapareceu, mas, o paciente também. Quantas milhões de vezes nós vamos repetir esses cenários até compreender  que estamos tratando da coisa errada?
No câncer primário, com raras exceções, o tumor não é nem perigoso para a saúde e nem uma ameaça à vida. Eu vou repetir essa afirmativa. No câncer primário, com raras exceções, o tumor não é nem perigoso para a saúde e nem uma ameaça à vida. O que é perigoso para a saúde e uma ameaça à vida é a propagação  daquela doença pelo resto do corpo.
Não há nada na cirurgia que irá impedir o câncer de se espalhar. Não há nada na irradiação que irá impedir a doença de se espalhar. Não há nada na quimioterapia que irá impedir que a doença se espalhe. Como nós sabemos? Veja as estatísticas! Há uma estatística conhecida como “tempo de sobrevida”. Tempo de sobrevida é definido como o intervalo de tempo entre o ponto em que primeiro se fez o diagnóstico de câncer num dado paciente e o ponto em que aquele paciente morre dessa doença. Nos últimos cinqüenta anos, houve um tremendo progresso no diagnóstico precoce de câncer. Naquele período de tempo, houve um tremendo progresso na habilidade cirúrgica para remover tumores. Houve um tremendo progresso no uso da radiação e da quimioterapia nas suas habilidades de encolher ou destruir tumores. Mas, o tempo de sobrevida do paciente com câncer, hoje, não é maior do que era há cinqüenta anos atrás. O que isso significa? Significa, obviamente, que estamos tratando da coisa errada!”
Philip Binzel, médico, Vivo e Bem, capítulo 14
Em outras palavras, se o câncer não foi disseminado a partir do tumor, o tumor não apresenta nenhum perigo ao paciente (com raras exceções como, por exemplo, quando um tumor bloqueia o fluido no ducto biliar comum).
É importante compreender que a vasta maioria das células, num tumor, é saudável. As células de câncer NÃO PODEM fabricar tecido. Assim, se o câncer estivesse contido dentro do tumor, não haveria células cancerosas no corpo da pessoa em quantidade suficiente para pôr sua vida em perigo. Da mesma maneira, se um homem tivesse câncer de próstata e o câncer estivesse contido dentro da glândula da próstata não existiriam células dentro da próstata em número suficiente para pôr em risco a vida do paciente. 
Mesmo que as células cancerosas no tumor fossem mortas, ou o tumor retirado, não resolveria o problema da disseminação do câncer. Não existiriam benefícios ao paciente porque é a disseminação do câncer que mata pacientes de câncer, não o câncer dentro do tumor. 
Ainda assim, o foco da Medicina Ortodoxa está no encolhimento dos tumores.
A quimioterapia (o segundo caminhão de bombeiros, no exemplo) é tão tóxica para os pacientes de câncer que se eles dessem a quantidade suficiente para matar todas as células cancerosas, o paciente morreria imediatamente em conseqüência dos efeitos colaterais da quimioterapia.
Então, os médicos aplicam quimioterapía em doses muito baixas (embora elas pareçam doses muito altas), insuficientes para realmente curar você. Nesse meio tempo, o câncer continua a se espalhar. 
A quimioterapia pode colocar um paciente “em remissão,” mas, praticamente todo paciente com câncer que vai para a remissão um dia sai da remissão e, mais tarde, morre.
Inacreditavelmente, médicos usam radiação, o terceiro caminhão de bombeiros, mesmo depois de o câncer ter começado a se espalhar. Eles estão interessados em encolher o tumor. Como dito anteriormente, o tumor não é o problema, a disseminação do câncer que é o problema.
Enquanto a Medicina Ortodoxa continua a usar tratamentos inúteis, que só temporariamente reduzem a velocidade de disseminação do câncer, muitos pacientes de câncer que usam tratamentos alternativos não passam melhor que eles. Muitos dos praticantes da Medicina Alternativa não usam os melhores tratamentos de câncer. Eles foram treinados ou para usar os tratamentos mais lucrativos, ou eles estão simplesmente interessados em ganhar o máximo possível de dinheiro, o mais rápido possível. 
Para piorar a situação, os fornecedores de suplementos naturais vendem, geralmente, só os seus produtos, assim, se eles tiverem uma linha muito fraca de produtos, o paciente provavelmente não vai sobreviver.
Quando uma pessoa é acometida de câncer, suas chances de sobrevida são praticamente nulas. Se eles procuram a Medicina Ortodoxa, lhes é assegurado que receberão os tratamentos acima discutidos.
Mas mesmo se eles procurarem a Medicina Alternativa eles provavelmente obterão tratamentos que simplesmente não funcionam. 
Isso deixa o paciente com câncer num dilema. Não importa o caminho que eles procurem, as únicas coisas que estão indo bem são seus cânceres e seus  médicos.
Mas, acredite ou não, há boas notícias! Enquanto a indústria farmacêutica trabalha pelo dinheiro, a Mãe Natureza não trabalha pelo dinheiro. E a Mãe Natureza é muito mais esperta do que os químicos da indústria farmacêutica.
E existem algumas pessoas na Medicina Alternativa que não estão se enriquecendo tratando de pacientes com câncer e elas sabem como curar a vasta maioria dos casos de câncer. 
E existem até alguns poucos fornecedores que têm produtos fortes o suficiente para quase todos os casos de câncer!
Esse artigo bastante longo, que é praticamente um pequeno livro dividido em três partes, vai levar o paciente com câncer, ou seus atendentes, através das estupefações decorrentes das farsas a que eles têm sido expostos durante suas vidas.
Esse artigo NÃO é, definitivamente, um artigo sobre tratamento. De modo algum use esse artigo para desenhar um programa de tratamento de câncer. Há dúzias de artigos nesse website que se ocupam de tratamentos de câncer. Mas este artigo não é um deles. Quando você terminar este artigo, vá para a Home Page desse website e a ela conduzirá você aos artigos sobre tratamentos de câncer. 
Mas, por enquanto, discutamos por que tantos pacientes com câncer morrem.
Introdução à questão-chave: integridade
A questão de tratar o câncer tem muito mais a ver com integridade do que com ciência. De fato, depois de quatro anos pesquisando essa mesma questão, ficou claro para esse autor que o tratamento de câncer, hoje, não tem nada a ver com ciência. Nada mesmo.  
É fato, se toda pessoa que vivesse na Terra vivesse a “Regra Dourada”, como deveria ser vivida, o câncer e várias outras doenças estariam atualmente em notas de rodapés dos livros de história.
Por exemplo, em 1976, o duas vezes ganhador de Prêmio Nobel Linus Pauling, Ph.D., e um médico colaborador, Ewan Cameron, publicaram um estudo científico, na Escócia, cujos resultados mostraram que a Vitamina C, dada por via intravenosa, em doses de 10 gramas por dia, poderia aumentar seis vezes, ou mais, o período de tempo médio de vida de um paciente com câncer terminal.
Tivesse a comunidade médica a mínima integridade, ela teria rapidamente replicado esse estudo, chegado à mesma conclusão (porque eles teriam feito exatamente o que ele fez), e teria rapidamente começado a dar a cada paciente com câncer, terminal ou não, 10 gramas de Vitamina C por via intravenosa, todo dia.
Entretanto, isso não aconteceu.
O que realmente aconteceu foram três estudos feitos na Clínica Mayo, todos diretamente resultantes do estudo Pauling/Cameron. Entretanto, esses estudos não foram delineados para replicar a pesquisa Pauling/Cameron. Em vez disso, eles foram delineados para EVITAR a replicação do protocolo Pauling/Cameron, EVITAR a combinação dos seus pacientes e EVITAR seus métodos estatísticos. Obviamente, se você não segue o mesmo protocolo, você não consegue os mesmos resultados. estudo de Pauling/Cameron do que o fez a Clínica Mayo. Ambos os estudos obtiveram os mesmos resultados de Pauling/Cameron. Para maior informação, veja:
De fato, dois outros estudos replicaram de modo mais aproximado o
Mas esse é apenas um de muitos, muitos casos onde tratamentos altamente eficazes de câncer foram perseguidos e/ou ignorados. 
Há, na verdade, um padrão. Um padrão muito claro. O padrão é que se substâncias naturais estão envolvidas, tais como a vitamina C, o estudo e evidência sofrem perseguição e/ou são ignorados. Quando substâncias naturais estão envolvidas, dá-se o nome de “Medicina Alternativa”. Deveria se chamar “Medicina Perseguida e/ou Ignorada.”
Há mais de 300 tratamentos alternativos de câncer que usam substâncias naturais, tais como a vitamina C. Cada um deles é mais eficaz do que o protocolo Pauling/Cameron. Cada um deles é, de longe, mais eficaz do que a quimioterapia e/ou a radioterapia. Todos são ignorados e muitos deles têm sofrido perseguição.
Mas, existe uma clara razão para essas substâncias naturais serem ignoradas. Não tem nada a ver com sua eficácia. A indústria farmacêutica não pode patentear e controlar e, portanto, não pode lucrar com substâncias naturais. Ela pode somente cobrar preços monopolistas de moléculas sintéticas, muitas das quais são nada mais que mutações de moléculas naturais. 
O que está acontecendo com a indústria do câncer?
O jornal USA Today, de 22 de fevereiro de 2006, mencionou que lá pelo ano 2015, os gastos com saúde poderiam representar 20% do PNB (Produto Nacional Bruto).
Agora sejamos lógicos. Suponha que uma cura de câncer foi encontrada; e suponha que um tratamento para evitar 90% de todos os problemas com doenças cardíacas foi encontrado; e suponha que uma cura para diabetes II foi encontrada. Os gastos com saúde atingiriam 20% do PNB? É claro que não. Todas essas doenças são altamente lucrativas, tanto para a indústria farmacêutica quanto para a indústria médica.
Portanto, na essência, o artigo do U.S. Today estava prevendo que nenhuma cura para essas doenças altamente lucrativas terá sido descoberta até 2015. Essa é uma previsão segura!! Uma previsão mais segura seria a de que cada novo tratamento para as doenças lucrativas será mais caro e mais lucrativo do que os tratamentos existentes!! Aqui vai uma previsão segura, a cifra dos 20% será atingida antes de 2015.
Aqui está ainda outra previsão segura: a mídia continuará a suprimir os tratamentos alternativos de câncer, doenças do coração, demência, diabetes etc. Veja esse websitwe, você ficará surpreendido com o que a Medicina Alternativa já pode prevenir e curar:
Dementia, Heart Disease, Diabetes, etc. Website
Faça-se a seguinte pergunta: "Quando foi a última vez que a Medicina Ortodoxa usou seus lucros maciços para descobrir a cura de uma doença?” Quando foi a última vez que a cura de uma doença que usava drogas prescritas foi descoberta? Se você disse pólio, você está errado. Pólio foi curada por um médico na década de 40, do século passado, mas, a cura foi suprimida porque ele usava uma forma de vitamina C, a qual companhias de medicamentos não poderiam patentear e controlar.
Você já se perguntou o que aconteceria se alguém descobrisse uma cura para câncer? Você provavelmente pensa que a pessoa descobridora da cura seria convidada por todo show de televisão dos Estados Unidos e que ganharia o Prêmio Nobel de Medicina. Tal pessoa tornar-se-ia rica e famosa da noite para o dia. Puro sonho.
É difícil, se não impossível, convencer o norte-americano médio de que a Medicina Ortodoxa de hoje não é somente corrupta, ela é mais corrupta do que já o foi em toda a história da Medicina. Isso é muito significativo porque a Medicina Ortodoxa estava pesquisando curas para doenças nos anos 1700.
Com Muito Dinheiro, vem Muita Corrupção. Quanto mais dinheiro, maior a corrupção.
Infelizmente, há algumas pessoas na Medicina Alternativa mais interessadas em lucros do que nos seus pacientes. A maior diferença entre a Medicina Ortodoxa e a Medicina Alternativa é a liberdade. Permite-se às pessoas íntegras na Medicina Alternativa um grau elevado de liberdade para ajudar outras. Entretanto, a Food and Drug Administration – FDA - (agência governamental de Administração de Medicamentos e Alimentos) está sempre procurando desculpas para esmagar as pessoas que sabem como curar doenças que são altamente lucrativas para a Big Pharma (Grande Indústria Farmacêutica) e para a Big Medicine (Grande Medicina).
No entanto, apesar de alguma perseguição, há mais de 300 tratamentos alternativos de câncer existentes no momento. Cada um deles pode curar alguns casos de câncer, se a pessoa começar a usar o tratamento imediatamente após ser diagnosticada. Entretanto, há uma gama muito ampla de eficácia desses tratamentos, particularmente quando usados em pacientes com câncer avançado.
O problema com a Medicina Alternativa é que os pacientes são deixados à própria sorte para descobrir quais os tratamentos que funcionam para as suas situações - - e quais não funcionam. Ao contrário da Medicina Ortodoxa, que é muito uniforme em todo o país, a Medicina Alternativa não é nem organizada e nem uniforme. A busca pela verdade é sempre uma estrada sinuosa e cheia de pedras, particularmente quando há dinheiro envolvido.  
Algumas pessoas pensam erroneamente que os médicos não usam os melhores tratamentos alternativos de câncer porque eles não sabem quais tratamentos são realmente eficazes. Enquanto as faculdades de medicina transformam médicos em nada mais que vendedores, essa não é a razão pela qual os médicos não usam substâncias naturais no tratamento da doença. Os médicos sabem ler. Mas eles também sabem que se eles usarem um único desses tratamentos alternativos num único paciente com câncer, eles correrão o risco de perder suas licenças e ir para a cadeia!!
Ao mesmo tempo em que essa atitude cria uniformidade na Medicina Ortodoxa, é essa atitude que também esmaga o progresso. A Medicina Ortodoxa é um monopólio altamente controlado, totalmente controlado pela combinação da Big Pharma com a Associação Médica Americana (American Medical Association – AMA).
A supressão da verdade pela Grande Medicina é a razão deste, e de muitos outros websites, existirem. Nada é vendido neste website, nem mesmo informação. O maior propósito deste website é tornar a informação sobre tratamentos alternativos de câncer gratuita e disponível para o público de modo que mais e mais pessoas saibam quais são os tratamentos alternativos mais fortes de câncer.
Porque alguns tratamentos alternativos de câncer são, em muito, superiores aos tratamentos ortodoxos de câncer
Durante toda a vida, você provavelmente aprendeu que as substâncias naturais da Natureza Mãe não podem de modo algum ser tão eficazes contra o câncer quanto as moléculas sintéticas altamente potentes feitas pelas companhias de medicamentos. Em outras palavras, ensinaram-lhe que as drogas da quimioterapia matam células cancerosas de modo muito melhor do que qualquer coisa que a Mãe Natureza possa formar.
Isso não é definitivamente uma afirmativa verdadeira, mas, mesmo se fosse, seria uma questão irrelevante!  
A questão-chave é qual das duas, as drogas patenteadas ou os minerais e nutrientes da Mãe Natureza, atinge melhor as células cancerosas.
O fato é que a quimioterapia não atinge somente as células cancerosas. Na verdade, a quimioterapia mata muito mais células saudáveis do que células cancerosas.
Isso significa que a quimioterapia deve ser dada em doses muito, muito baixas, distribuídas em longos períodos de tempo, e deve incluir intervalos entre os tratamentos. Esse fluxo das drogas é regulado porque muitas células saudáveis seriam mortas se muita quimioterapia em excesso fosse ministrada muito rapidamente.
A razão pela qual a Medicina Ortodoxa trata o câncer como uma doença crônica é porque os tratamentos ortodoxos matariam o paciente muito antes de o tratamento matar o câncer. Esse fracasso da Medicina Ortodoxa em matar células cancerosas com segurança (isto é, atingir as células cancerosas com segurança) é a razão de se falar de "uma taxa de cura em cinco anos” ao invés de uma verdadeira taxa de cura. Se eles conseguem manter um paciente vivo por cinco anos eles consideram o paciente “curado”, mesmo se ele morrer no sexto ano.
Os tratamentos de câncer da Mãe Natureza, chamados de tratamentos naturais de câncer, ou mais comumente "tratamentos alternativos de câncer," geralmente não fazem absolutamente nenhum mal às células saudáveis. Isso é porque o corpo humano, que foi feito pela Mãe Natureza, sabe exatamente o que fazer com os minerais e nutrientes da Mãe Natureza.
Praticamante todos os tratamentos naturais de câncer não matam células saudáveis – nem uma sequer.
Essa é a chave – devido ao fato de os tratamentos alternativos não prejudicarem ou matarem células saudáveis, os itens da natureza que podem matar células cancerosas podem ser dados em doses muito maiores do que os da quimioterapia – sem quaisquer intervalos no tratamento!!
Assim, mesmo se as mutações das moléculas naturais, chamadas drogas, fossem mais potentes para matar células cancerosas do que as moléculas naturais originais, devido à superioridade das substâncias naturais em atingir somente células cancerosas ou deixando saudáveis as células saudáveis, os tratamentos alternativos de câncer podem ser muito mais eficazes do que as drogas ortodoxas no tratamento do câncer!
Devido ao fato de a Mãe Natureza não necessariamente condensar os nutrientes matadores de câncer encontrados nos alimentos, alguns dos tratamentos de câncer mais potentes são minerais iônicos líquidos, certos tipos de tratamentos com ozônio, e outros tratamentos naturais que contêm moléculas que podem ser condensadas, tais como a vitamina C (mas não as doses Pauling/Cameron).
O quão eficazes são os melhores tratamentos da Mãe Natureza? Muitos tratamentos alternativos de câncer atingiram uma taxa verdadeira de cura consistente de 50% em pacientes que haviam desistido da Medicina Ortodoxa e que haviam sido encaminhados para casa, para morrer!
Tais resultados são possíveis porque esses tratamentos-chave alternativos de câncer não somente atingem exclusivamente as células de câncer, eles podem ser aplicados numa forma bastante condensada e potente, eles não necessitam de um catalisador, e eles podem ser aplicados seguramente em doses muito mais altas do que as de quimioterapia. Pondere sobre isso muito cuidadosamente!
Também pondere sobre a taxa de cura verdadeira desses mesmos tratamentos em pacientes com câncer que usam esses tratamentos exclusivamente, o que significa que eles não perderam vários meses de tratamentos ortodoxos!
Entretanto, não pressuponha que todo tratamento alternativo é tão eficaz. Muito poucos dos 300+ tratamentos alternativos de câncer podem chegar a qualquer coisa próxima da taxa verdadeira de cura de 50% em pacientes desenganados pela Medicina Ortodoxa.  
Um dos maiores erros cometidos por pessoas que buscam tratamentos alternativos de câncer é pressupor que se um tratamento alternativo de câncer cura um paciente, irá curar todos os pacientes com câncer, independentemente das condições em que eles se encontrem. Essa é uma pressuposição perigosa porque muito, muito poucos dos 300+ tratamentos alternativos de câncer são condensados e potentes o suficiente para curar 50% daqueles que foram encaminhados para casa, para morrer, pela Medicina Ortodoxa. Muito poucos.
Exemplo de um dos potentes tratamentos alternativos de câncer
Há muito poucos minerais que conseguem adentrar as células cancerosas. Dois dos minerais que conseguem entrar nas células cancerosas são o césio e o potássio. Uma vez que o césio entra na célula de câncer, ele começa a “puxar” potássio do sangue para dentro da célula cancerosa (suplementação de potássio é requerida quando esse tratamento é usado para reabastecer o potássio do sangue que foi retirado para dentro das células cancerosas). Quando há uma quantidade suficiente de césio e/ou potássio dentro da célula cancerosa, a entrada de glucose na célula cancerosa fica bloqueada.
Uma vez que a glucose alimenta a célula cancerosa, a célula cancerosa irá, no final, morrer de fome. Não somente isso, mas o césio e/ou potássio impedirão também as células cancerosas de produzir ácido lático, o que significa que eles bloquearão o ciclo de caquexia na célula cancerosa. Outros itens também ajudam a bloquear ou superar o ciclo de caquexia de maneiras diferentes (por exemplo, o sulfato de hidrazina bloqueia o ciclo de caquexia no fígado). 
O Dr. A. Keith Brewer, Ph.D., descobriu, nos anos 80, como o césio pode tratar o câncer. Além de tratar o câncer, ele pode tratar a dor do câncer dentro de 12 a 36 horas, dependendo do que estiver causando a dor. O cloreto de césio iônico líquido, usado nos dias de hoje, é muito mais potente do que o carbonato de césio dos anos 80. O protocolo completo inclui vários outros itens. Aqui está um artigo sobre esse tratamento:
Artigo: The Cesium Chloride / DMSO Protocol
Como os tratamentos alternativos de câncer mais potentes, esse tratamento é tão potente em matar células cancerosas que ele precisa ser “distribuído” no tempo, ou seja, doses precisam ser estabelecidas de modo que o corpo tenha tempo para remover, com segurança, os escombros causados pelas células cancerosas mortas.
Você já deve ter notado que os tratamentos ortodoxos de câncer precisam ser “distribuídos” devido a todas as células saudáveis que eles matam. Mas, os tratamentos alternativos de câncer precisam ser “distribuídos” devido a todas as células cancerosas que eles matam.
Devido ao número de células cancerosas mortas pelo tratamento cloreto de césio/ DMSO, o paciente com câncer precisa do conselho de um fornecedor especialista, que saiba como usar esses produtos com segurança. Felizmente, tais especialistas existem.
De fato, todos os tratamentos alternativos mais potentes de câncer requerem parecer de especialistas, por telefone ou numa clínica. Por exemplo, o ozônio RHP e o ozônio líquido dos tratamentos intravenosos exigem parecer de especialistas ou de clínicas.
Esses tratamentos mais potentes geralmente não podem ser combinados entre si (mas podem ser combinados com outros tratamentos alternativos). As doses desses produtos são desenhadas para matar células cancerosas a uma taxa que o corpo pode controlar com segurança os escombros resultantes. Combinar tais tratamentos pode criar uma taxa de mortalidade extremamente alta.
[Nota: A lista de tratamentos alternativos de câncer que podem trazer esperança de sobrevida a um paciente com câncer (desenganado pela Medicina Ortodoxa) pode ser encontrada na seção superior da Home page deste website. Vários desses tratamentos estão acompanhados de artigos escritos sobre eles]
Mais sobre tratamentos ortodoxos de câncer
Você provavelmente acredita que a verdadeira taxa de cura dos tratamentos de câncer está por volta de 40% e é crescente. Essa crença é o resultado de uma variedade ampla de truques elegantes estatísticos (que serão discutidos na Parte 2 desse artigo). O fato é que quando você é diagnosticado com câncer, e você não usa nada além de tratamentos ortodoxos, sua chance de sobreviver ao seu câncer (e sobreviver ao seu tratamento de câncer) é de apenas 3%. 
Além disso, mesmo os 3% que sobrevivem têm seus corpos tão severamente danificados que se tornam vulneráveis a futuros acometimentos de câncer.
Aqui está o que realmente acontece ao típico paciente com câncer:
Passo 1) O paciente vai ao médico e é diagnosticado com câncer,
Passo 2) O cirurgião de câncer corta fora as partes do corpo com alta concentração de células cancerosas,
Passo 3) Os oncologistas receitam ao paciente quimio e/ou radioterapia,
Passo 4) Eles enviam o paciente para casa “em remissão,”
Passo 5) O câncer logo aparece de novo (porque eles realmente não curaram o paciente),
Passo 6) Voltar ao Passo 1)
Esse ciclo continua até que o paciente é encaminhado para casa, para morrer (claro, eles são mandados para casa, para morrer, depois de mais uma rodada de quimioterapia e radioterapia). Logo o paciente morre. Esse é virtualmente o ciclo para todos os pacientes com câncer.  A única diferença entre um paciente e outro está no número de vezes em que o ciclo é repetido.
Isso é Medicina?
Daqui a cem anos os médicos da época olharão para a “Medicina” de hoje com total e absoluta repugnância. Não há absolutamente nenhuma desculpa para o que está acontecendo, hoje, na Medicina.
Mesmo aqueles que param com esse contra-senso e vão para a Medicina Alternativa têm problemas sérios. A quimioterapia, a radioterapia e a cirurgia virtualmente destroem o sistema imunológico da pessoa. Um tratamento natural bem delineado, por outro lado, que realmente incluirá vários produtos diferentes que fazem coisas diferentes, construirão realmente o sistema imunológico da pessoa para ter certeza de que o câncer não retornará. Mas a Medicina Alternativa não pode remendar um sistema imunológico que tenha sido destruído. Por essa razão, os tratamentos alternativos mais potentes de câncer não dependem do sistema imunológico.
Mas é ainda pior.
Primeiro, noventa e cinco por cento dos pacientes com câncer que procuram tratamentos alternativos já foram dados como mortos pela Medicina Ortodoxa. Em outras palavras, eles primeiro foram à Medicina Ortodoxa, seus corpos foram destruídos pela Medicina Ortodoxa, ENTÃO eles decidiram ir para os tratamentos alternativos de câncer.
Segundo, porque tão poucos tratamentos alternativos de câncer podem curar pessoas que foram mandadas para casa, para morrer, pela Medicina Ortodoxa, muito poucos pacientes com câncer encaminhados para casa, para morrer, escolhem um tratamento forte o suficiente para lhes dar uma chance de lutar. Em outras palavras, muito poucos desses pacientes com câncer escolhem um dos mais potentes tratamentos alternativos de câncer.
Essas duas coisas criam uma desvantagem grave para a Medicina Alternativa. A Medicina Alternativa perdeu de 1 a 4 anos de tratamento desse paciente e de reforço do seu sistema imunológico – porque o paciente estava usando tratamentos ortodoxos.
Além disso, depois dos tratamentos ortodoxos, o paciente está em condição física e mental muito piores do que estava quando foi primeiro diagnosticado. Por isso é que há tão poucos tratamentos alternativos de câncer que atingem uma taxa verdadeira de cura de 50% nesses pacientes.
Se colocarmos tudo isso junto, chegamos aos seguintes fatos:
1) Quase 100% de todos os novos pacientes diagnosticados com câncer procuram a Medicina Ortodoxa primeiro.
2) Aproximadamente 97% desses pacientes morrem, ou são enviados para casa, para morrer e morrem mais tarde devido ao seu câncer e/ou seu tratamento de câncer.
3) Somente uma pequena porcentagem de pacientes com câncer mandados para casa, para morrer, procura, alguma vez, tratamentos de câncer alternativos, eles simplesmente vão para casa e morrem.
4) Dos que procuram tratamentos alternativos de câncer, só uma pequena porcentagem escolhe um tratamento forte o suficiente para lhes dar uma chance de 50% de sobrevida.
É de admirar que mortes por câncer continuam crescendo apesar do poder de alguns tratamentos alternativos de câncer?