sábado, 31 de março de 2012

Purificar o sangue-cura e previne o câncer


O câncer tem cura se tratado em tempo e tratado certo. O importante não é eliminar o tumor canceroso, mas combater a causa do tumor, pois ele é apenas o sintoma da doença. A doença está no sangue, que deve ser tratado.

Limpeza dos intestinos

A limpeza dos intestinos é o primeiro passo a ser dado num tratamento de saúde sem a qual nenhum doente se recupera da sua enfermidade (Mat. 23: 26). Portanto, para curar ou prevenir o câncer, Jesus recomenda iniciar o tratamento com uma limpeza envolvendo os intestinos, sangue, mente e coração, agindo da seguinte maneira:

- Bater no liquidificador e tomar imediatamente 6 ameixas secas sem as sementes, 1 fatia de mamão e 1 copo de suco de laranja. Tomar 3 horas depois do jantar, uma vez por semana, durante dois meses.

“Sem mudança de hábito alimentar não há cura de doença.” (Ellen G. White)

Limpeza do sangue

A limpeza do sangue é o segundo passo para o restabelecimento do doente, e isto só é possível mediante uma dieta crua por certo período, agindo da seguinte forma:

1. Monodieta da uva - Comer uvas frescas a cada 3 horas; mastigar com as sementes, pelo período de 15 dias ininterruptos. Ao sentir-se fraco, tomar uma colher de mel de abelhas ou comer uma salada de azeitonas com limão. Jantar sopa pré-cozida de hortaliças, temperada com gengibre, alho, azeite, cebola e cebolinha, durante os 15 dias da dieta da uva.

2. Dieta crua - Após os 15 dias de tratamento da uva, comer somente alimentos crus e integrais, durante as refeições, pelo período de 90 dias, conforme programação abaixo:

Desjejum (1 hora antes do café da manhã)

De domingo a terça-feira – 1 copo de suco de couve, brócolis, acelga e espinafre com uma pitada de sal, alho e limão

Quarta – 1 copo de suco de brócolis, cenoura e tomate, com limão

Quinta – 1 copo de suco de laranja com batatinha e beterraba

Sexta – 1 copo de suco de tanchagem com uma pitada de sal e limão

Sábado – 1 copo de suco de couve, brócolis, cenoura e limão

Café da manhã
De domingo a terça-feira – comer melão ou melancia até se fartar

Quarta – comer tangerina com o bagaço até se fartar

Quinta – comer maçã ou ameixa até se fartar

Sexta – comer banana-prata e mamão ou graviola

Sábado – comer banana-prata, maçã vermelha e germe de trigo

Sobremesa – 2 colheres de farinha protéica, conforme o tipo de sangue

Almoço

De domingo a terça-feira – salada crua de repolho, tomate e cebola; logo em seguida, arroz integral com feijão azuki ou de corda e abóbora japonesa; 2 colheres de farinha proteica, conforme o tipo de sangue

Quarta – salada crua de couve, cebola e pepino; arroz integral com ensopado de quiabo e couve-flor; comer amendoim torrado e uma colher de germe de trigo

Quinta – salada crua de beterraba, cenoura, tomate e cebola; arroz integral com ensopado de abóbora japonesa e quiabo; amendoim torrado e farelo de trigo; ou 2 colheres de farinha proteica

Sexta – salada crua de repolho, cebola a tomate; ensopado de abóbora, quiabo, cebola e ervilhas; arroz integral com feijão de corda; gergelim torrado e gérmen de trigo, ou 2 colheres de farinha proteica

Sábado – tomar 1 copo de iogurte natural com frutas frescas

Jantar

De domingo a terça-feira – 1 copo de suco de uvas frescas e algumas gotas de limão, e logo após comer pão integral ou bolacha integral

Quarta – sopa pré-cozida de espinafre, ervilhas, couve e salsa; pão integral ou torrada de pão, ou comer somente graviola

Quinta – sopa pré-cozida de abóbora japonesa, feijão azuki e quiabo, torrada ou bolacha integral de sal

Sexta – comer laranja com o bagaço até fartar-se; comer pão integral ou torradas, ou comer somente graviola

Sábado – sopa pré-cozida de beterraba, cenoura aipo ou rabanete e cebola; comer torradas ou bolacha de sal; ou comer somente frutas

Fitoterapia

Dependendo do caso, o terapeuta prescreve o chá que deve ser empregado no tratamento. Abaixo há duas opções.

Tomar infusão de chá verde e folhas de graviola misturadas com decocção de ipê-roxo 3 vezes ao dia depois das refeições.

Chá de confrei, alfafa e alcachofra com 1 colherinha de espinheira-santa 15 minutos antes das refeições e ao deitar (4 vezes ao dia).

Quimioterapia natural

Também fazia a quimioterapia natural, que o professor Wilson denomina de terapia do avelós. Pingava uma gota de leite da erva em um litro de água filtrada e tomava durante todo o dia, pelo período de uma semana. Na segunda semana, 2 gotas do leite da erva para um litro de água; na terceira semana, 3 gotas para um litro; na quarta, 4 gotas para um litro; na quinta, 5 gotas; na sexta, 6 gotas; na sétima, 7 gotas; na oitava semana, 8 gotas. A partir da nona semana fui reduzindo a quantidade de gotas até zerar.

Conselhos especiais

Manter sempre limpos os intestinos e evitar alimentos artificiais, como enlatados, carnes, peixes, ovos, condimentos, leite de vaca, queijo, açúcar branco ou refinado, chocolates, pão branco, arroz branco ou parboilizado, frango e ovos de granja.

Comer somente pão integral e de centeio. Ingerir água natural conservada em talhas de barro. Tomar banhos de sol pela manhã seguidos de respiração profunda e ginástica, durante 20 minutos. Não cozinhar os vegetais por mais de 10 minutos.

Existem outros procedimentos envolvidos no tratamento do câncer, pois cada caso é um caso isolado, e o tratamento que se aplica em uma pessoa não é válido para todos os casos.

Se há alguém precisando de ajuda terapêutica no sentido de fazer um tratamento de prevenção ou visando se libertar de algum tumor, recomendamos um acompanhamento terapêutico. Para isso, encomendar um guia de avaliação da saúde a distância pelo e-mail wilson_terapeuta@hotmail.com.

Naturoterapeuta responsável: Wilson Dias, CRT/SP 23.553; CRTH/BA 522-05, com formação terapêutica em naturopatia, dietoterapia e irisdiagnose, com registro profissional no Conselho Federal de Terapia; presidente da Associação Baiana de Medicina Natural e Preventiva.
Texto retirado do site Terapeuta Natural


Óleo de coco e câncer

Em um estudo de Reddy et al. (1984), o óleo de coco exerceu efeito inibitório mais forte que o óleo MCT quando empregado em tumores do cólon induzidos pelo uso de azoximetano. Outras pesquisas de Cohen e al. (1986) mostraram que os efeitos inibidores do óleo de coco no câncer foram também observados no câncer de mama induzido quimicamente. 

A Dra. Mary Enig (cientista nutricional) desenvolveu uma pesquisa original em que mostra a correlação positiva entre o óleo vegetal e o câncer e a negativa entre este e a gordura animal. Ela elaborou uma análise clara dos componentes das gorduras “trans” em 200 alimentos.

As gorduras “trans” são formadas quando os óleos vegetais são hidrogenados ou aquecidos a altas temperaturas. Com altas temperaturas, fica alterada a sua forma original “cis”, transformando a gordura em gordura “trans”.

O óleo de coco natural, ao provocar um aumento no HDL (bom colesterol), ajuda na prevenção de arteriosclerose e de doenças do coração.  No seu artigo, Enig registrou que os efeitos do óleo de coco em pessoas com baixo nível de colesterol é justamente o contrário daqueles com um alto nível. As pessoas com uma baixa contagem de colesterol deverão apresentar um aumento de colesterol sanguíneo, do colesterol LDL e especialmente do colesterol HDL. Já as pessoas com alto nível de colesterol apresentarão uma redução dos níveis de colesterol total e colesterol LDL.

Os estudos que ela menciona mostram que em ambos os grupos a relação HDL/LDL se move numa direção favorável. Para pessoas com aids ou com comprometimento da imunidade para outras doenças, as conclusões dess\ pesquisa são profundas. Isso significa que tudo que tem sido informado ao público pela televisão nos últimos 15 anos a respeito dos óleos vegetais tem sido meias-verdades, levando esse público a conclusões errôneas. O público tem sido levado a acreditar que óleos tropicais provocarão bloqueio nas artérias, levando a doenças cardíacas. O que ocorre na verdade é justamente o contrário. Óleos tropicais naturais, como o óleo de coco extravirgem, ajudam na preservação das artérias, enquanto ocorre o oposto com a maioria dos outros óleos vegetais, principalmente as gorduras hidrogenadas, tão utilizadas hoje em pastelarias, biscoitos, pães, margarinas e produtos industrializados em geral.

Esta política contra o coco, o babaçu e o dendê (palma) tem sido mantida por grandes multinacionais americanas, que, sendo os maiores produtores mundiais de óleos vegetais poli-insaturados (soja, milho, canola e girassol), não querem sofrer perdas financeiras que estas alternativas trariam a eles, pois óleos extraídos de plantas tropicais como coqueiros seriam muito mais baratos e seriam mais acessíveis às populações de baixa renda.

A Dra. Enig também informa que o óleo de canola é o pior para ser utilizado em qualquer circunstância. Quando utilizado na cozinha, ele produz um elevado nível de gorduras trans.

Fonte:curapelanatureza.blogspot.com.br